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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

ALEGRIA, LEMBRA-TE DE MIM



O mistério de um arder perene.
A certeza dos mistérios de mim.
A marca na carne dos torpores do toque.
Descobri o alumbramento sem fim?

Nua estou em minhas ideias.
Que é delas? Acariciam a vida.
Meu amor. Agora o digo.
O susto de reaver a mim perdida.

Não digo de estar feliz.
Não digo porque não sei.
Mas entendo a alegria em vertigens
que nasceram destes passos que ora dei.

Que é de mim então que te amo tanto?
Tua falta e presença em mim se enlaçam.
Só contemplo este outro olhar que crio
para os novos rios que em mim passam.

Tu não sabes! O que tenho é tanto
que me fere em sublimar os meus momentos.
Penso toda em ti. E a cada instante
quero o mundo convertido em nosso tempo.

Que as horas desta vida se refaçam!
Porque digo novamente e com encanto:
_  Tua falta e presença em mim se enlaçam.


No saber-me logo a mim que te amo tanto.