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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Memento mei

Não saber. Não conhecer. Estar distante. Zelo e cio. Tão isso não mais. Mas o delírio da dor dos fantasmas que crio! O vazio, relicário em que os acomodo. Vivo. E ando. Farejo.  Espreito.  Suspeito. Por que tudo o mais? Amor memento mei in excelsis.  E penso. Um dia o que sou terá pensado. E meus restos causarão espanto em um muito distante futuro Victor Hugo. Pensar me espanta. Penso tanto. São ruínas em mim as ideias.  Sustos do passado.

O exílio do teu gosto.

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